quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Não tem palavra

Me sinto ignorante
Por não ter a palavra
Que melhor descreva
O sentimento ao te ver
É tamanha a sensação
Um turbilhão de sentidos
Que me freiam
Que me inquietam
Que me anseiam
Que me apaziguam
Que me amedrontam
Que me apreendem
Que me encorajam
Que me balança
Que me tomam
Num unico segundo
Ao te ver
Mas que não posso
Nada fazer
Só te ver
Mãos trêmulas,
Suadas, além do comum
Taquicardia,
Que resultam
Em um aceno tímido
Aparentemente frio
Retendo em mim
Esse turbilhão.
A palavra que cotenha
Todos estes sentidos
Precisa ser inventada.

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